
O que te tira do sério?
O que faz você ter raiva e perder o controle?
Sua raiva é passageira ou você remói o motivo por alguns dias?
Será que vale a pena sentir tanta raiva?
Essas deveriam ser as perguntas que uma pessoa precisaria fazer a si mesma num momento de raiva. Parar por um minuto e analisar o que motivou tanta raiva e se lhe traz algum benefício sentir-se desta forma. A partir desta premissa com certeza torna-se mais fácil lidar com este sentimento e não permitir que ele lhe devore. De acordo com Nietzsche, aquele que luta com monstros deve acautelar-se para não se tornar também um monstro. “Quando se olha muito tempo para o abismo, o abismo olha de volta para você”.
Para mim essa frase é a exemplificação mais coerente a respeito dos monstros que temos dentro de nós. Sentir raiva é comum a qualquer pessoa, mas o modo como se lida é que cria a diferença entre as pessoas. Permanecer em estado de raiva é permitir que esta destrua relacionamentos, estrague o seu dia e torne a sua rotina insuportável. É a demonstração clássica de que o controle sobre si mesmo foi para o espaço. William Shakespeare citou “Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel”. A perda do controle torna um ser humano em alguém auto-destrutível porque a falta de limites com alguém é prejudicial a si mesmo.
No entanto, não é preciso muito para perceber que a raiva não faz bem a ninguém. Disse uma vez um pensador, chamado Joan Lunden: “A raiva é um ladrão que rouba os bons momentos”. Exatamente. Não conseguir perceber que as pessoas erram como você ou que determinadas situações acontecem sem querer, alheias as nossas vontades, roubam momentos de nós. Porque o tempo gasto em permanecer com raiva, poderia ser o tempo investido em compreender o outro ou para desfrutar a companhia de alguém.
Talvez se a raiva fosse direcionada ao problema e não à pessoa e se as energias fossem focalizadas em respostas, não em desculpas, ela se dissolveria mais facilmente. Talvez não seja preciso passar por situações constrangedoras que este sentimento incita para aprender a ter atitudes coerentes e pacificadoras. Talvez não seja necessário afastar pessoas para aprender a olhar as situações com compreensão. Talvez seja possível mudar antes que não tenha mais jeito. Basta querer.
“A raiva e a intolerância são as inimigas gêmeas da compreensão correta” (Mahatma Gandhi)
O que faz você ter raiva e perder o controle?
Sua raiva é passageira ou você remói o motivo por alguns dias?
Será que vale a pena sentir tanta raiva?
Essas deveriam ser as perguntas que uma pessoa precisaria fazer a si mesma num momento de raiva. Parar por um minuto e analisar o que motivou tanta raiva e se lhe traz algum benefício sentir-se desta forma. A partir desta premissa com certeza torna-se mais fácil lidar com este sentimento e não permitir que ele lhe devore. De acordo com Nietzsche, aquele que luta com monstros deve acautelar-se para não se tornar também um monstro. “Quando se olha muito tempo para o abismo, o abismo olha de volta para você”.
Para mim essa frase é a exemplificação mais coerente a respeito dos monstros que temos dentro de nós. Sentir raiva é comum a qualquer pessoa, mas o modo como se lida é que cria a diferença entre as pessoas. Permanecer em estado de raiva é permitir que esta destrua relacionamentos, estrague o seu dia e torne a sua rotina insuportável. É a demonstração clássica de que o controle sobre si mesmo foi para o espaço. William Shakespeare citou “Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel”. A perda do controle torna um ser humano em alguém auto-destrutível porque a falta de limites com alguém é prejudicial a si mesmo.
No entanto, não é preciso muito para perceber que a raiva não faz bem a ninguém. Disse uma vez um pensador, chamado Joan Lunden: “A raiva é um ladrão que rouba os bons momentos”. Exatamente. Não conseguir perceber que as pessoas erram como você ou que determinadas situações acontecem sem querer, alheias as nossas vontades, roubam momentos de nós. Porque o tempo gasto em permanecer com raiva, poderia ser o tempo investido em compreender o outro ou para desfrutar a companhia de alguém.
Talvez se a raiva fosse direcionada ao problema e não à pessoa e se as energias fossem focalizadas em respostas, não em desculpas, ela se dissolveria mais facilmente. Talvez não seja preciso passar por situações constrangedoras que este sentimento incita para aprender a ter atitudes coerentes e pacificadoras. Talvez não seja necessário afastar pessoas para aprender a olhar as situações com compreensão. Talvez seja possível mudar antes que não tenha mais jeito. Basta querer.
“A raiva e a intolerância são as inimigas gêmeas da compreensão correta” (Mahatma Gandhi)
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